Carnaval e Páscoa: tudo a ver!

Páscoa 1.jpg2O que o carnaval, festa pagã, tem a ver com a Páscoa, festividade religiosa? Descubra a seguir essa e outras curiosidades a partir da pesquisa exclusiva realizada por Marcelo Duarte, jornalista e autor da série O Guia dos Curiosos, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (ABICAB):

para descobrir quando o Carnaval será comemorado é preciso saber a data da Páscoa. Os católicos acreditam que a ressurreição de Cristo tenha ocorrido no Hemisfério Norte, em um dia de lua cheia e próximo ao equinócio da primavera, quando o dia e a noite possuem duração igual. “Com isso, a Páscoa é celebrada no primeiro domingo depois da lua cheia pós-equinócio, que sempre acontece entre os dias 22 de março e 25 de abril”, afirma Duarte;

com essa descoberta, é possível marcar no calendário a data da folia. “A terça-feira de carnaval sempre cai 47 dias antes da Páscoa, período que corresponde à Quaresma mais o restante da Semana Santa”, completa o jornalista;

na quarta-feira de Cinzas começa a Quaresma, período de 40 dias (após a terça-feira de carnaval) que vai até o domingo de Páscoa. A Igreja Católica recomenda que os fiéis se abstenham de carne durante toda a Quaresma. A prática evocaria o sacrifício de Cristo, que teve sua carne imolada para salvar os pecadores. Hoje, porém, a maioria dos cristãos reduz o sacrifício a uma data simbólica: a sexta-feira Santa.

Páscoa 1Sobre a ABICAB
A ABICAB (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados) foi fundada em 1957 com o objetivo de responder pela política do setor junto às esferas públicas e privada, tanto no Brasil quanto no exterior. Suas diretrizes são voltadas para a valorização destas indústrias, que são responsáveis pela geração de 31 mil empregos diretos e 62 mil indiretos. Atualmente, a ABICAB engloba toda a cadeia produtiva nacional dos setores que representa, abrangendo 92% do mercado de chocolates, 70% do mercado de balas e confeitos, 80% do mercado de amendoim e 100% do mercado de cacau.

por Maurício Coutinho – Revista Paulista