Fausto Crispim: Teatro & Artes – 04.04.16

VAMOS FALAR DO TEMPO?

Não, mas não é do “clima” e sim da LONGEVIDADE de uma Peça de Teatro há 30 anos em cartaz, um verdadeiro fenômeno: TRAIR E COÇAR, É SÓ COMEÇAR, de Marcos Caruso. Desde sua estreia em março de 1986 no Rio de Janeiro, a peça é recordista absoluta no Brasil e possui em seu curriculum três recordes e outras quatro menções no Guinness Book.

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São cerca de seis milhões de espectadores em nove mil apresentações. O elenco já teve 100 atores diferentes – treze pessoas só para interpretar a protagonista, a hilariante Olímpia, que no início era defendida por Denise Fraga e atualmente pela pouco 8conhecida, Anastácia Custódio que assumiu o papel em 2005 com muita propriedade.

A peça virou filme em 2006, com direção de Moacyr Góis e Adriana Esteves no papel da empregada Olímpia, e uma série para o canal MultiShow com roteiro do próprio Marcos Caruso e as hilariantes Cacau Protásio e Gorette Milagres no elenco. Com humor na medida certa, Trair e Coçar… continua divertindo as plateias nesses 30 anos sem perder o frescor.  Semana que vem continuaremos no mesmo tema longevidade, mas de outro fenômeno dos palcos, a comédia Os Monólogos da Vagina, adaptação de Miguel Falabella.

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Ficou curioso? Não assistiu ainda? Então corra que está em tempo de ver Trair e Coçar… no Teatro Bibi Ferreira de quinta a sábado as 21h e Domingos as 20h. Aliás, Teatro Bibi Ferreira onde este colunista que vos fala também se encontra em cartaz com a deliciosa comédia infantil Chapeuzinho Vermelho e o Lobo, adaptação de Ronaldo Ciambroni e direção de Sebastião Apolônio, domingo as 16:15h e a partir do dia 10 de abril as 11h da manhã sempre aos domingos.

9E como já está dada a dica de uma ótima comédia para o fim de semana com o Trair… vou dar a dica de um lindo e poético musical infantil que assisti sábado passado no Teatro Porto Seguro: O PALHAÇO E A BAILARINA.

Trata-se de uma linda história de amor para crianças… Kiara Sasso e Lázaro Menezes dividem as funções de produção e direção, além de darem um SHOW de interpretação – Lázaro inclusive toca sanfona e saxofone, além de sapatear, cantar etc…

Em cena eles vivem o Palhaço e a Bailarina que querem se reencontrar após o dono do circo Tombo (o ótimo Marcelo Goes) ter sequestrado a dançarina para deixá-la trancada em uma caixinha de música gigante – que é uma atração a parte, além de seis músicos tocando ao vivo no palco. Programa imperdível, aos sábados e domingos as 15 horas – ingressos a 30,00 (balcão e frisa) e 50,00 (plateia).


Fausto Crispim - Colunista Revista PaulistaFausto Crispim
Ator há três décadas
Comediante
Diretor/produtor teatral
Colunista da Revista Paulista

www.revistapaulista.com.br
faustocrispim.blogspot.com.br
faustooc@hotmail.com


 

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