Indústria do brinquedo busca mercados regionais

O objetivo da realização da edição da ABRIN Regional em Brasília é melhorar a distribuição da indústria e atingir mais fortemente outros estados e cidades com menos concentração de consumidores. São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, juntos, detém mais de 55% das vendas anuais de brinquedos.

grandstand-330930_1920 “Mas há estados que vêm registrando crescimento de participação, e essa é a intenção de realizar a feira em Brasília, especialmente buscando estados do Centro Oeste e Nordeste”, conta Synésio Batista da Costa, presidente da Abrinq – Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos.

Bahia, Alagoas, Paraíba, Piauí e Sergipe, por exemplo, registraram em 2015 crescimento, assim como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e Goiás. Para uma indústria que não para de crescer há oito anos consecutivos e tem como previsão 12% de crescimento, 2016 promete boas notícias, segundo o presidente da entidade. Synésio Batista da Costa prevê para este ano mais 20% de queda das importações, com nova injeção de dinheiro na indústria nacional.

De acordo com Synésio Batista da Costa, nos últimos cinco anos houve um aumento do tíquete médio e da compra de brinquedos per capita, que passou de 5 a 6 brinquedos por criança para 7 a 8. O tíquete médio registrou predomínio das faixas de R$ 31,00 a R$ R$ 50,00 e de R$ 51,00 a R$ 100,00, que juntas representaram mais de 41% das compras.

por Emílio Coutinho – Revista Paulista

Deixe uma resposta